Subsección 4a: Democracia Deliberativa: legitimidad y justificación

 

Coordinan: Dr. Vicente Domingo García Marzá (España), Dr.Denis Coitinho Silveira (Universidade Federal de Pelotas)

Secretario: José Schmidt

 

 – Dr. Denis Coitinho Silveira (Universidade Federal de Pelotas) Procedimentos de Justificação Pública em John Rawls

– Dr. Vicente Domingo García Marzá (Universitat Jaime I) Democracia deliberativa y sociedad civil: la ética en el diseño institucional

– Dr. Gustavo Pereira (Universidad de la República del Uruguay) Eticidad Democrática, Derecho y Literatura

– Dr. Cláudio C. Leivas (Universidade Federal de Pelotas) Razão, paixão e deliberação em Hobbes e Walzer

– Luis Carestia (Instituto Juan XIII) Fundamentación del Poder Consensual

– Adriana Mattar Maamari (Universidade Federal de São Carlos) As repúblicas democráticas no contexto atual: continuidade ou ruptura nas teorias filosófico-políticas?

–  Ramón A. Feenstra  (Universidad Jaume I) Comunicación y democracia: “The monitory democracy”Subsección

Justificación
Ninguna reflexión contemporánea acerca de la importancia de la democracia como principio público de legitimación puede prescindir de lo concepto de deliberación pública para comprender y explicar la dinámica de las relaciones políticas en sociedades complexas. Las diversas concepciones de la democracia deliberativa afirman que los procesos decisorios deben estar fundamentados en la deliberación de los ciudadanos en los fórums públicos. Lo objetivo de esta mesa es investigar los presupuestos éticos de las prácticas y instituciones democráticas como, por ejemplo: lo uso público de la razón, la autodeterminación de los ciudadanos, la argumentación pública, el pluralismo razonable, la concepción substancialista del bien común, el mundo de la vida etc., sobretodo en autores como J. Habermas, N. Fraser, I. Young, S. Benhabib, J. Cohen, J. Rawls, A. Gutmann, D. Thompson, B. Barber, F. Michelamn, C. Sunstein.

Sección 5: Justicia, memoria y violencia. Obstáculos para la gobernabilidad y la democracia

 

Coordinan: José Antonio Zamora (CSIC) Douglas Ferreira Barros (Campinas) Castor M. Bartolomé Ruiz.

Secretario: Jorge Mux

 

– Alexandre Pinto Mendes (Pontificia Universidad Católica) Justiça, Imanência e Violência – O debate entre Agamben e Negri acerca do poder constituinte

– Cecilia Pires (UNSINOS) Pensar na democracia como projeto de inclusão social

– Deise Gabriela Bays (UNSINOS) Zambrano encontra Foucault: Reflexões sobre filosofía do exilado, biopolítica e razão poética

– Gina Paola Rodríguez Montenegro (Universidad Nacional de Colombia) El devenir de la violencia en las prácticas políticas: Banalización, Funcionalización e Institucionalizacion

– José Carlos Moreira da Silva Filho (UNSINOS) Dever de Memória e a construção da História Viva: a atuação da Comissão de Anistia do Brasil na concretização do Direito à Memória e à Verdade

– María Fátima Lobo (Pontificia Universidad Católica de Chile) Hannah Arendt: significado moral y  repercusiones políticas del pensar

– Edson Luis de Almeida Teles (Universidade Bandeirante de São Paulo) Os limites políticos dos atos de memória coletiva

– Sheila Stolz (Universidade Federal de Pelotas) Um olhar feminino sobre a Ditadura Militar brasileira. Rememoramento da história recente para a construção do presente e do futuro de uma sociedade livre, igualitária e democrática

– Taiguara Líbano Soares e Souza y Roberta Duboc Pedrinha (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) O Homo Sacer e o Estado de Exceção: reflexões agambenianas acerca da governamentalidade da Segurança Pública do Rio de Janeiro

– Douglas Ferreira Barros (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) Instituição do poder, violência e direitos

– Castor M.M. Bartolomé Ruiz (UNISINOS) Naturalización de la violência y memoria de las víctimas. Aproximaciones y controversias entre W. Benjamin y Nietzsche

– Helena Esser dos Reis (Universidade Federal de Goiás) Eliminação do pauperismo: condição para construção da democracia

 – José Antonio Zamora Zaragoza (Consejo Superior de Investigación Científica de España) Civilización, violencia y justicia anamnética en Th. W. Adorno

–  João Roberto Barros II (UNISINOS) Religião e motivação política

– Cintia Montenegro (Universidad de Buenos Aires) María Mercedes Palumbo (Universidad de Buenos Aires) Disputas en torno a la construcción de la memoria

–  Mario Alfredo Hernández Sánchez (Universidad Autónoma Metropolitana) ¿A quién pertenece la facultad de juzgar el pasado? El actor y el espectador en el espacio público arendtiano?

– Manuel Fernando Quinche Ramírez (Universidad del Rosario)Víctor Alberto Quinche Ramírez (Universidad del Rosario) La excepcionalidad y el eficientismo como institucionalización de prácticas dictatoriales

–  Agustín Colombo (Universidad de Buenos Aires) El lugar de la Prisión

– Adriano Correia  (Univ. Federal de Goiás) Nietzsche y Arendt sobre olvido, memoria y acción política

– Fernando de Brito Alves (Universidade Estadual do Norte do Paraná) Análise dos discursos de incluso das minorías e novas perspectivas da dogmática jurídica 

–  María José López La cristalización histórica: en Arendt las cercanías de Benjamin

– Vladimir Brega Filho e Roberto Lima Santos (Universidade Estadual do Norte do Paraná) Os reflexos da judialização da repressão política no Brasil no seu engajamento os postulados da justiça de transição

Justificación
La gobernabilidad “de” los sujetos y la democracia en las instituciones del siglo XXI alcanzaron un marco jurídico-formal relativamente consolidado. No obstante, ambas prácticas, gobernabilidad y democracia, mantienen, en muchos aspectos, un carácter más formal que real. Para ayudar a consolidar su implementación efectiva debemos considerar teorías de la justicia que, además de los procedimientos correctos, lleven en cuenta la injusticia histórica que condiciona el presente de personas y pueblos, así como las raízes históricas de la exclusión social. Ello apunta para la necesidad de elaborar teorías de la justicia que consideren la alteridad de las víctimas y que tengan por objetivo primero reparar la injusticia y no preservar el orden. Ese esfuerzo demanda, concomitantemente, la elaboración un pensamiento crítico sobre la violencia institucional y estructural presente nas técnicas de administración y control de la vida humana y en los regímenes de excepción. Estos, con una larga y triste historia en nuestro continente, se presentan siempre como medios legitimos para casos de necesidad; aquellas, bajo el argumento racional de la eficiencia, transforman la capacidad decisoria de los sujetos en voluntades administradas. El nuevo discurso de los derechos humanos, para que pueda efectivarse como práctica y consiga huir del formalismo jurídico o de su utilización ideológica, deberá llevar en cuenta estas prespectivas filosóficas críticas.

Subsección 5a: Direitos Humanos, Democracia e Inclusão Social

 

Coordinan: Fabio Alves Gomes de Oliveira (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

Secretario: Maximiliano Senci

 

– Fabio Alves Gomes de Oliveira (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Mário Januário (Universidade Federal do Rio de Janeiro) As contribuições da teoria da amartya sen na expansão do discurso dos direitos humanos

– Antoine Azevedo Lousao (IFCS/UFRJ) Participação, representatividade e inclusão social

– Leonardo Diniz do Couto (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Características da democracia liberal: breves comentarios

– María Graciela de Ortúzar (UNPA) Derechos humanos de cuarta generación y justicia: ¿Qué hay de malo en el no acceso a la capacidad informacional?

Julieta Magdalena Elgarte (Universidad Nacional de La Plata) Distribuyendo el valor de la libertad: el enfoque de las capacidades, el problema de la neutralidad y la naturaleza humana

Anabella di Pego (UNLP) )  Estado nación, democracia y derechos: consideraciones a partir de los escritos de Hannah Arendt

Justificación

Se a determinação do espaço para o qual reclamamos a igualdade ou dos bens que julgamos que devam ser igualmente distribuídos, envolve de certa forma também a determinação dos “concernidos”, podemos nos perguntar se não haveria alguma alternativa mais inclusiva, ou seja, algo que nos aproximasse mais daquilo que nossas convicções morais gostariam de chamar o mais geral/universal possível. Se nos basearmos na investigação empírica acerca do que consideramos básico para promover nossa vida privada e coletiva, precisaremos, então, de uma concepção mais flexível e abrangente, não apenas acerca dos bens básicos, como acerca de quem somos “todos”, ou seja, acerca dos concernidos pelo nosso conceito de democracia e justiça.
A alternativa parece ser abandonar o âmbito das descrições apriorísticas dos seres humanos e submeter nossas teorias a um permanente controle empírico. O que é básico precisa ser descoberto, não através de investigações filosóficas, mas através das experiências humanas como um todo. Isto inclui o que os filósofos têm a dizer, mas também o que você e eu temos a dizer enquanto pessoas comuns. Propomos aqui defender que nossas demandas morais básicas são por normas que permitam a cada pessoa um desenvolvimento mais completo, pleno, de suas capacidades. O espaço da igual consideração ou respeito, nesta perspectiva, pode ser dito o da liberdade para desenvolver suas capacidades ou, como Amartya Sen denomina, o da liberdade de funcionamentos (functionings). Aqui estão incluídas tanto as capacidades mais elementares, como a de se alimentar satisfatoriamente, evitar a morte prematura, como as mais complexas, como auto-respeito, a capacidade de estabelecer relações pessoais e a capacidade de tomar parte na vida sócio-política de uma sociedade.
Adotada uma tal perspectiva, já não podemos considerar mais como irrelevantes qualidades naturais tais como raça, sexo etc. Nossos concernidos já não são os seres humanos in abstractum ou agentes cobertos pelo véu da ignorância, mas seres humanos concretos que vivenciam as mais diversas formas de discriminação como fruto de suas inserções sociais e qualidades naturais. A justiça agora deve então assumir o papel de um princípio moral reparador que visa garantir a todos um igual valor normativo, não em decorrência de princípios formais, mas de uma concepção moral de bem compartilhada.
Se “atribuir a todos igual valor normativo” ou “considerar a todos igualmente”, significa reconhecer a liberdade de cada indivíduo desenvolver suas capacidades, então devemos levar as diferenças a sério e perguntar, nos diferentes contextos, que tipo de distribuição se faz necessária para que possamos alcançar este ideal moral. Porque não vivemos em um mundo ideal e não estamos no início da história precisamos complementar nosso conceito de justiça distributiva com o de uma justiça reparadora, ou seja, com mecanismos que possibilitem a reparação de injustiças cometidas no passado, injustiças que emergiram com a nossa cultura e que não podem mais ser toleradas.

Sección 6: Sociedad civil y participación política

 

Coordinan: Sergio Ortiz Leroux (Universidad Autónoma de la ciudad de México, México) María Isabel Wences Simon (Universidad Carlos III de Madrid, España)

Secretaria: Silvina Damiani

 

Jueves 24. 8:00 hs

– Pedro Chaves Giraldo (Universidad Carlos III de Madrid, España) Sociedad civil, participación política y poder local: entre la experimentación y el escepticismo

–  Martín Daguerre (Universidad Nacional de la Plata) Sobre el valor instrumental e intrínseco de la participación política

– Sergio Ortiz Leroux (Universidad Autónoma de la Ciudad de México) Sociedad civil y modernidad: las claves de la participación política

– Alejandro Sahuí (Universidad de Campeche, México) La participación comunitaria como participación política

10:30 hs

– Andrés de Francisco (UCM) Fortuna, virtud y dignidad

– Julio Beltrán (UNAM, México) El problema de la confianza. La solución de Hume al problema de Hobbes

–  Leandro Paolicchi (Universidad Nacional del Mar de Plata) Capitalismo y cosificación. Procesos reificantes del espacio público político

14:00 hs

– Fabiola Vethencourt (Universidad Central de Venezuela) El ámbito de la reglas como marco de crecimiento del capital social y generación de confianza

–  María Isabel Wences Simon (Universidad Carlos III de Madrid) Cultura de la legalidad, rendición de cuentas y diversidad cultural

– Ángel Sermeño Quezada (Universidad Autónoma de la Ciudad de México) Consolidación democrática, participacion ciudadana y rendición de cuentas en América Latina

– Angela  Sierra  González (Universidad de la Laguna, España) Orden, buen gobierno y participación política

Viernes 25. 8:00 hs

– Agustín Reyes Morel ((Universidad de la República, Uruguay) La agencia cognitiva intersubjetiva como fundamento para revertir patologías sociales

– Homero Galán Benítez (Universidad Autónoma de la Ciudad de México) Capital social y sociedad civil: ¿un referente para el debate del desarrollo en América Latina?

Manuel Guillermo Rodríguez V. (Universidad Distrital Francisco José de Cáldas) Desobediencia civil y Resistencia en la globalización

–  Julieta Marcone (Universidad Autónoma de la Ciudad de México) El papel de la ciudadanía social en el fortalecimiento de la sociedad civil

14:30 hs

– Guillermina Anderson (Universidad Nacional del Sur, Bahía Blanca) El modelo republicano de Maquiavelo. El pueblo como garante de la libertad política

– José Luis Berlanga Santos (Universidad de Monterrey) Espacio Público y Sistema de Consejos en la obra de Hannah Arendt

– Vinícius Cunha dos Santos (Universidade do Vale do Rio Dos Sinos) Caldera e os dilemas da democracia

–  Álvaro Aragón Rivera (Universidad Autónoma de la Ciudad de México) Dos modelos de ciudadanía: derechos individuales vs. derechos colectivos

Justificación
Es un lugar común en los discursos de las democracias avanzadas insistir en la importancia del concepto de participación política como núcleo central de la configuración, funcionamiento y conceptualización de dichas formas políticas. En el plano teórico, las probablemente más potentes teorías de la democracia han acentuado esta dimensión participativa como núcleo definitorio de los ideales regulativos de la democracia contemporánea y los han configurado como el instrumento de crítica por excelencia de las tendencias elitistas, economicistas y autocráticas que dicho sistema comporta como riesgos más innegables y delicados.
En este contexto, se propone introducir una perspectiva de análisis que se centra en el concepto de sociedad civil entendida como el espacio de agencia política configurador del núcleo de la participación ciudadana en los sistemas democráticos. Esta perspectiva, permite integrar el análisis de la forma política con la dimensión central de interactuación social que ni se circunscribe al limitado el ejercicio de la razón pública, ni a la mera búsqueda del interés particular. El estudio de las formas, procedimientos y espacios de participación de la sociedad civil en el proceso democrático se considera como una clave heurística desde la que articular el análisis de distintas esferas participativas que son seleccionadas como fundamentales. Estas esferas serían la promoción de una cultura de la legalidad que vaya más allá de una análisis formalista del estado de derecho; la profundización en el buen gobierno mediante el enriquecimiento del capital social y la generación de confianza; el establecimiento de mecanismos de corresponsabilidad tendentes a reforzar los procesos distributivos de la riqueza y de consecución de niveles avanzados de justicia social; la diversificación de las fórmulas de representación ciudadana como procesos de configuración de múltiples niveles de acción cívica y, en definitiva, la instauración de sistemas de evaluación de la legitimación política.

Subsección 6a: El Estado de Derecho en Iberoamérica: resultados y perspectivas

 

Coordinan: Juan A. Pabón (Facultad de Derecho, Universidad Libre de Colombia)

Secretaria: Guillermina Anderson

 

– Pedro Vicente Castro Guilen (Universidad Central de Venezuela) Neototalitarismo en Venezuela. El socialismo del Siglo XXI

– Juan Antonio Pabón Arrieta (Universidad Libre de Colombia) Autonomía regional, separación de poderes y Estado de Derecho en Colombia como vigencia del pensamiento democrático de Simón Bolívar

– Gustavo Antunes Sengès (Universidade Gama Filho) Separação de poderes, direitos fundamentais e democracia deliberativa: um estudo comparado acerca do “Novo Constitucionalismo Latino-Americano

– Juan Cruz Fernández (Universidad Nacional del Sur) Democracia formal y democracia social en el discurso de la juventud radical (1968-1076)

– Marcela A. Vitali (UNS) Crisis, democracia y continuidad institucional: Reflexiones conceptuales sobre la Argentina durante la Presidencia de De la Rua

Justificación
Desde la llegada de los españoles, portugueses e ingleses y otros pueblos europeos a tierras americanas se produjo un encuentro cultural y político, encuentro no pacífico entre europeos y aborígenes con sus respectivas culturas e ideologías, que coincidió con el surgimiento de corrientes de pensamiento que abogaron por la creación de una nueva forma de organización estatal, el Estado de Derecho.
Más de dos siglos del nacimiento del Estado de Derecho y su consolidación e intento de transmutación en Estado Social de Derecho en tierras de Iberoamérica, constituye una buena oportunidad para reflexionar acerca de la contribución de esta forma de organización estatal en la garantía de las libertades individuales, de los derechos humanos reconocidos algunos de ellos, como derechos constitucionales fundamentales y de la paz interior y exterior de las naciones iberoamericanas.
Asimismo, es una buena oportunidad para reflexionar acerca de los resultados y perspectivas de institucionales propias del Estado de Derecho en Iberoamérica, tales, como la Democracia y sus evoluciones en el territorio Iberoamericano, el Presidencialismo, el Parlamentarismo, el Centralismo, el Federalismo, la Pluralidad, en fin, compartir las experiencias políticas y reflexionar sobre ellas, para extraer balances y presentar alternativas teóricas de corrección.
La temática nos parece apropiada, luego de experimentar en carne propia las experiencias de colonizaciones, independencias, las dos guerras mundiales con sus nefastas consecuencias, de padecer fenómenos políticos, como el totalitarismo en todas sus facetas, de sufrir las violaciones de los derechos humanos de miles de personas con ejecuciones extrajudiciales, desapariciones forzosas, torturas, persecuciones políticas y sociales, las injusticias pasadas y presentes y de su necesidad de ser satisfechas y restauradas.

Sección 7: La modernidad iberoamericana como problema: una perspectiva cultural, política e histórica

 

Coordinan: Francisco Colom (España)

Secretaria: María Inés Silenzi

 

– Dr. Francisco Colom González (Consejo Superior de Investigaciones Científicas) La modernidad como diagnóstico. Notas para el debate sobre la ubicación del mundo iberoamericano en los procesos históricos de modernización

 – Dr. Rubem Barboza Filho (Universidad Federal de Juiz da Fora) As linguagens da democracia e a experiência iberoamericana

– Dr. Ramón Kuri Camacho (Universidad Autónoma de Puebla) Educación y laicismo: modelo místico de fusión y la libertad como atributo colectivo en el México contemporáneo

– Dr. Marcos García de la Huerta (Universidad de Chile) Culturalismo católico y modernidad barroca: un debate sobre los usos políticos del ideal barroco en América latina

– Dr. Álvaro Morcillo Laiz (CIDE) El vocabulario de la modernidad: las ciencias sociales en México en los años cuarenta explicadas desde el Estado post-revolucionario y los actores externos

– Mtro. Ángel Octavio Álvarez Solís (Universidad Autónoma Metropolitana) La república de la melancolía. El Barroco y el ethos hispano de la modernidad

– Dr. Alexander Betancourt Mendieta (Universidad Autónoma de San Luis Potosí) Pueblos enfermos, cesarismo democrático y americanismo en el marco de los centenarios de la Independencia en América latina

– Dr. Carlos Alberto Patiño Villa (Universidad Nacional de Colombia) Estados, guerras y modernidad en la América Hispánica del XIX

– Esteban Mahiques (Universidad de Buenos Aires) Primera y Segunda Modernidad. Mito de la Modernidad  y un Paradigma Otro

– Jeannette Campos Salas (Universidad de Costa Rica) Modernidad colonial: epistemología y dominio

– Dr. Daniel Gamper (Universidad Autónoma de Barcelona) Formas de laicidad en la modernidad postsecular. Arreglos legales y políticos en España y en las nuevas constituciones latinoamericanas.

Marcela Forero Reyes (Universidad Javeriana, Bogotá) Modernidad filosófica relevante en la constitución del Estado colombiano

Laura Cristina del Valle (Universidad Nacional del Sur) Del Cabildo porteño a la Legislatura bonaerense: el discurso de la modernidad. Entre la nueva y la vieja política. (1810-1822)

Justificación
Durante largo tiempo la modernidad se ha entendido como un proceso unitario y acumulativo irradiado desde Europa al resto del globo. La subjetividad moderna respondería a un tipo de estructura mental autorreferida capaz de interpretar el mundo desde instancias autónomas. Los gérmenes de este programa cultural se desarrollaron con la Reforma protestante, el nacimiento de las ciencias empírico-formales y los inicios del capitalismo mercantil. Por ello se ha denunciado a veces que los cambios sociales, culturales y políticos normalmente asociados con la modernidad habrían estado ausentes del ámbito ibérico o, a lo sumo, fueron recibidos en él como una derivación secundaria y tardía. Según la versión más negativa, la modernidad iberoamericana habría sido en realidad una contramodernidad cuyos efectos retrógrados se manifestaron como decadencia económica, oscurantismo religioso, retraso científico e incapacidad política. Pero también podemos reconocer un diagnóstico diametralmente opuesto: el de los defensores de una cultura supuestamente ecuménica, espiritualista y épica de raíz ibérica que reafirmaría su superioridad moral frente al materialismo decadente de la modernidad del norte.
Ninguna de estas perspectivas resulta plausible en la actualidad para definir una noción que ha perdido sus connotaciones teleológicas y deterministas. La modernidad no es la etapa final de un proceso gradual y cronológicamente ordenado. Tampoco su desarrollo se puede describir sin más como una crónica feliz e irreversible o como una dialéctica negativa que aherroja la libertad y la dignidad humanas. En realidad no hay una modernidad canónica sino múltiples modernidades. La modernidad es fundamentalmente una forma de mirar el mundo, un tipo de conciencia cultural y política capaz de percibir los cambios sociales, de reaccionar frente a ellos y de impulsar cursos de acción corregibles. Alude, pues, a procesos conscientes de transformación social cuyas tendencias pueden ser divergentes e incluso contradictorias. Por ello, movimientos de la modernidad fueron el Renacimiento, la Reforma protestante, la Revolución Científica o la Ilustración, pero también el encuentro con el otro más allá del océano y el sincretismo cultural forjado a raíz del mismo.

En correspondencia con esta perspectiva, esta Sección invita a presentar ponencias que interpreten los procesos culturales, políticos e históricos que han definido la modernidad iberoamericana. Con este propósito, la Sección se organizará en tres apartados:
El primer apartado incorporará ponencias que traten de identificar los rasgos culturales de la modernidad iberoamericana desde una perspectiva genealógico-intelectual y/o comparada.
El segundo apartado tratará las dinámicas moderno/antimoderno en los procesos de construcción nacional desde la independencia colonial y a lo largo de los conflictos para la consolidación del Estado constitucional en el siglo XIX.
El tercer apartado recibirá trabajos sobre los procesos de formación y movilización de las identidades políticas definitorias de la modernidad en el espacio iberoamericano; interesan especialmente los aspectos políticos/ideológicos de la gestión de la etnicidad y las perspectivas comparadas con otros entornos geopolíticos.

Subsección 7a: Democracia, comunidad e instituciones desde las perspectivas de la ética ambiental

 

Coordinan: Ricardo Rozzi (University of North Texas) María Teresa La Valle (Universidad de Buenos Aires)

Secretario: Hipólito Hasrun

 

Jueves 24. 8:00 hs.

– Alvarez de la Rosa, Carlos A. (Universidad Autónoma Metropolitana) Eco-Morale: Una nueva categoría para la Sobrevivencia

– Baquedano Jer, Sandra (Universidad de Chile) ¿Cómo prevenir un régimen ecofascista?

– Barrientos, Fernando (UBA) Crisis ambiental, subjetividad y estructura de dominación

– Bugallo, Alicia (UTN, UCES, USAL) El rol de la filosofía ambiental ante el desafío iberoamericano de la alfabetización ecológica

10:30 hs.

– Caille, Guillermo (FPN, UNP, EcoCostas) Ochoa, Emilio Avina (EcoCostas) El Código de Ética de la Red Latinoamericana de Manejadores Costeros: un intento de articular métodos y valores para incidir en el manejo costero en la región

– D’Amico, Viviana M. (ISFD Ministerio de Educación) Educación ambiental -derechos humanos: tema prioritario en la agenda de una política educativa  del siglo XXI

– Díaz Delgado, Eric Alejandro La ética siempre al límite: Una reflexión sobre la dualidad existente entre la ética ambiental y la necesidad de progreso con cuotas de ética

– Góngora, María E. (UP SJB) López, Ángela  (UP SJB) El descarte en pesquerías: ¿una cuestión ética?

14:00 hs.

– Gutiérrez, Daniel (UBA, CIC) Ecologismo, ambientalismo. Un breve análisis para contribuir a la confusión general

– La Valle, María Teresa (UBA, UNTREF, CIF) Los recursos naturales y la justicia ambiental internacional: hacia un marco normativo

– López, Ángela (UNP SJB) Useglio, Paula (FPN) Venerus, Leo (CENPAT – CONICET) No mires al costado, no te hagas el pescado: El manejo de los recursos naturales y la responsabilidad social del científico

– Monjeau, Adrián (Universidad Atlántida Argentina, CONICET) La estructura jerárquica de la naturaleza y el papel de la escala geográfica en la controversia entre las decisiones ecológicamente sabias y las políticamente correctas

Viernes 25. 14:30 hs.

. Pizarro, J. C./ Contador, T./ Medina, Y. / Ojeda, J. / Rozzi, R. /Massardo, F. / Anderson, C. B. /Mansilla, A./ Kennedy, J. (UMAG,  Parque Etnobotánico Omora, Instituto de Ecología y Biodiversidad, Chile / UNT, EE. UU) Recuperación del valor intrínseco de la biodiversidad subantártica a través de la práctica del ecoturismo en la Reserva de Biosfera Cabo de Hornos, Chile

– Ricardo Rozzi (UMAG, Parque Etnobotánico Omora, Instituto de Ecología y Biodiversidad, UNT) Hábitats-Hábitos-Habitantes: una integración necesaria para  una ética eco-culturalmente contextualizada en Latinoamérica.

– Useglio, Paula (FPN) ¡Que siga la fiesta! Gestión estratégica de la comunicación en las fiestas populares basadas en recursos naturales como aporte a la sustentabilidad del recurso

– De Villalobos, Ana Elena (Universidad Nacional del Sur) Uicich, Sandra Marcela (Universidad Nacional del Sur) Banalización y tergiversación en la comunicación de la información ecológica. 


Justificación

La multiplicidad de significados del título elegido para la convocatoria de este simposio se refleja también en la variedad de sentidos desde los cuales abordar los últimos doscientos años de Ibero América desde las diversas perspectivas de la filosofía y la ética ambiental.
La naturaleza de Ibero América –caracterizada por el discurso colonialista como “recursos naturales”– desde hace cinco siglos, en el presente, y en el período intermedio han sido objeto de todo tipo de tratamiento, uso y abuso.
En vista de que cualquier acción y/u omisión en relación con estos “recursos naturales” afecta a todos –en el presente y también en el futuro- es necesario procurar que la información relevante esté disponible para la ciudadanía y propiciar los medios para promover su participación en las deliberaciones y decisiones que afecten al ambiente.
La educación ciudadana –formal e informal- resulta crucial para asegurar tal participación. En Ibero América, para que esta información sea representativa, debe prestar especial atención a la diversidad lingüística, cultural y étnica en su multiplicidad de cosmovisiones y prácticas ecológicas.
Comunidades locales y regionales, organizaciones no gubernamentales y fundaciones desempeñan un papel cada vez más activo en la conscientización y reacción ante políticas que inciden sobre los recursos naturales de su localidad o región y afectan la autonomía y el plan de vida de los ciudadanos.